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As principais tendências na indústria de assistência médica

POR EM Sem categoria em 27 de abril de 2017

 

A partir de um estudo realizado pela Deloitte, aderir inovações nos modelos de negócio na área da saúde exigirá alterações nessas organizações, como a maneira de lidar com a prevenção, diagnósticos, monitoramento e no tratamento de doenças.

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Você sabia que no Brasil, os planos de saúde aparecem como a segunda maior despesa das organizações?

Imagine, com 200 milhões de brasileiros, sendo que cerca de 25% apenas têm plano de saúde e que 67% são planos proporcionados pela empresa aos funcionários, os custos com os planos podem ser maiores que outros gastos essenciais, como aluguel, por exemplo.

Diante do atual cenário econômico e sua reestruturação a frente das mudanças, torna-se cada vez mais imprescindível que a indústria rompa com certas restrições e expanda suas fronteiras para atingir melhores performances. Uma ótima notícia é que com as inovações tecnológicas já disponíveis, é possível obter o efeito “mais por menos”.

Segundo Luis Joaquim, diretor da área de Consultoria e especialista em Life Sciences & Health Care, a falta de eficiência do sistema está diretamente ligada à fragmentação do setor. Afinal, cada elo da cadeia interage a sua forma com tecnologias, processos e instrumentos distintos. Em um novo cenário, ao trazer elementos integrantes entre si, o segmento terá um grande ganho.

As tendências em assistência médica são várias, entre elas: inovação, sequenciamento de nova geração, dispositivos feitos por impressoras 3D, imunoterapia, inteligência artificial, tecnologia point-of-care, realidade virtual, mídias sociais como alavanca para uma melhor experiência do paciente, biometria a partir de marcadores sensoriais e telesaúde.

“A Deloitte tem trabalhado fortemente as plataformas de gestão, Analytics e Big Data, pensando em integrar pontos pertinentes no controle de custos. O gerenciamento integrado dessas plataformas possibilita uma melhor gestão da tríade abuso-desperdício-fraude, que causam as ineficiências do sistema”, afirma.

Leia o estudo completo: https://goo.gl/2Pky3A.

Fonte: Valor | Conteúdo de Marca


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richard_pense

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